quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Data da Páscoa

A páscoa judaica (Pesach), que ocorre 163 dias antes do início do ano judaico, foi instituída na epoca de Moisés, uma festa comemorativa feita a Deus em agradecimento à libertação do povo de Israel escravizado pelo Faraó, o rei do Egito. Esta data não é a mesma da Páscoa Juliana e Gregoriana.
O dia da Páscoa cristã, que marca a ressurreição de Cristo, de acordo com o decreto do papa Gregório XIII (Ugo Boncampagni, 1502-1585), Inter Gravissimas em 24.02.1582, seguindo o primeiro concílio de Nicéia de 325 d.C., convocado pelo imperador romano Constantino, é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre em ou logo após 21 de março , data fixada para o equinócio de primavera no hemisfério norte.
De acordo com essas regras, a Páscoa nunca acontece antes de 22 de março nem depois de 25 de abril. Para as igrejas ortodóxicas, a data da páscoa é dada pelo calendário Juliano e não pelo gregoriano.

A data da Páscoa de 1980 a 2024:

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Guias cegos

-->
Porventura pode um cego guiar outro cego? Não cairão ambos no barranco?   (Lucas: 6.39)

Existem cegos do corpo e cegos do espírito, e se é horrível a cegueira do corpo, muito pior é a do espírito. No entanto é bem difícil, ou quase impossível encontrar um cego guiando outro cego, mas, no que se refere às coisas espirituais, encontramos com facilidade, guias cegos!
Não há relatos de um cego formado no Instituto de Cegos que sai à rua guiando outros cegos, mas quando se trata de assuntos espirituais vemos guias cegos levando pessoas que nele confiam em direção ao barranco.
Imaginemos, agora, um cego de espírito conduzindo uma multidão de cegos da mesma natureza, como acontece aos guias das religiões tarifadas, de Igrejas falidas, fadadas a ignorância Teológica, atuando nas sombras do ¨achismo, do mesmismo¨ mundano, carnal e podre, de homens que sequer têm experiência de vida familiar, que na verdade tudo o que querem é se manter no poder.
Imaginemos esses cegos atuando no mundo espiritual. Que será de todos os que estão com eles? São cegos!... O mundo onde entraram lhes é desconhecido! Como se arranjarão estes cegos, na sua entrada para um mundo desconhecido, cuja existência negaram absolutos teológicos, não sabem se estão nas miragens de um Céu de beatífica contemplação, ou de um Inferno de brasas e chamas!
"Deixai-os, são cegos guias de cegos. Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco".  (Mateus15: 14)
Por que falta misericórdia a esses religiosos? Por que seus corações são sempre egoístas?  Na verdade, tudo isso é falta de quebrantamento diante de Deus de seus próprios corações. Muitos desses guias nunca lidaram com os seus próprios erros, problemas e falhas de caráter. Nunca choraram por arrependimento de seus próprios pecados, nunca deixaram seu estado de indiferença. Eles são cruéis para com os outros guiando-os sem direção, na verdade suas próprias vidas não tem muito sentido, sempre se acham sem pecado e acima de qualquer suspeita. Mas, tudo bem no final das contas o que importa são as aparências.
Decididamente, ninguém pode saber sem aprender, ninguém pode aprender sem estudar, assim como ninguém pode ver, sendo cego. A parábola de Jesus cabe a todos aqueles que fazem da fé um bloco ou uma parede que o impedem de questionarem, indagar e até de não seguirem a esses guias cegos.
Um cego não pode guiar outro cego; um ignorante do mundo espiritual não pode guiar as almas que para lá estão caminhando. Necessária é uma análise, um estudo, um exame. Esta parábola, que faz alusão ao sacerdócio hebreu, pode referir-se hoje aos sacerdotes que por ai tentam guiar pessoas que vivem trombando umas nas outras sem nenhum tipo de transformação, pessoas essas que desejam mudar o mundo, mas não estão dispostas a começarem por si próprias.
¨Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado. ¨ ( Tiago 4:17)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A sintonia entre a vontade de Deus e a vontade humana.


     Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja. (Lc 18:41)

  Meditar neste versículo me leva a pensar se eu ou você estivéssemos no lugar do personagem que fez parte do enredo desta história; se nos focarmos no contexto histórico nos deparamos com um cego mendigo que ao enteirar-se que o mestre passava por ali, logo começou a fazer barulho gritando e clamando, ``filho de Davi tem misericórdia de mim!´´.  Esta atitude de chamar a atenção do mestre demostrava que aquele homem não tinha somente uma necessidade óbvia de enxergar, mas a convicção que recebendo visão muitas portas se abririam, oportunidades que certamente lhe fora negado pela sociedade devido a sua limitação, ele sabia que toda humilhação e preconceito que vivera até aquele presente momento, tornar-se-iam sombras do passado.
  Em vista disto, examine e pense que ao perguntar qual era o desejo do mendigo cego, Jesus não perguntou por ignorância ou deboche, considerando que qualquer pessoa que olhasse para aquele pobre homem de imediato reconheceria suas limitações, o mestre sabia do que aquele homem precisava, mas em meio a esse episódio Jesus nos ensina algo de extrema importância, a sintonia entre a vontade de Deus e a vontade humana.
  Pare e analise a pergunta de Jesus sendo direcionada a você ``O que queres que eu te faça?´´, de tudo que podemos pedir a Deus, qual seria o seu pedido? Afinal de contas a pergunta de Jesus se encontra respaldada na fidelidade de sua palavra Ele mesmo disse: ``Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar. João 16:23b´´.
  Então se temos a promessa do filho de Deus e a sua fidelidade, será nos tornamos realizados em todas as nossas aspirações?
  A resposta é não, nem tudo o que pedimos a Deus nos é concedido, e isso acontece porque o pai celestial nos conhece muito bem, é como está escrito em Salmos 139:4: `` Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces ´´.  Tenho por certo que não existe um segredo para obtermos sucesso em tudo que pedimos, e sim coerência e conformidade com a vontade do Senhor, ``I João 5:14 E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.´´ a questão de Deus responder ou não o que pedimos a ele também não esta vinculada no seu poder, pois ele pode todas as coisas: ``Lucas 1:37  Porque para Deus nada é impossível ``.
  Porque então Deus por repetidas vezes não responde e nem atende ao que pedimos?  Em Tiago 4:3 diz:``Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites´´.  
  Sinceramente creio que posso ouvir a voz do mestre ecoar para multidões Dizendo: Que queres que te faça?  Que Deus nos ajude com sua infinita graça e amor, a encontrar a sintonia da sua soberana vontade e assim o melhor de Deus aconteça em nossas vidas.

Texto escrito pelo Pastor Elber Rocha da
Comunidade Familia Cristã
Ministerio Asia / Japão