terça-feira, 29 de agosto de 2017

Coreia do Norte // North korea



A Coreia do Norte disparou um míssil que sobrevoou o Japão, percorrendo 1180 km e caindo no mar.
Tivemos aviso de alerta, 
mas felizmente o Japão não foi atingido.
O governo japonês disse que fará os maiores esforços para proteger a vida das pessoas.
Continuemos orando por essa nação. 
Em meio à tantas aflições, 
devemos estar entregues nas mãos de Deus.

"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. " Salmo 46.1

Deus nos abençoe.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Hipócritas e a Hipocrisia

Coais o mosquito e engolis o camelo?!?!!

Não faz muito tempo em uma conversa de vida pratica cristã usei a frase do Senhor Jesus onde Ele critica à atitude hipócrita dos fariseus.
Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo! (Mateus 23:24)
Então, quando eu disse: meu irmão você está coando o mosquito e bebendo o camelo!?
Houve um silêncio total no ambiente... dava até para ouvir os "grilos e os sapos".
Logo percebi que ninguém sabia ao que eu me referia, foi aí que resolvi pesquisar e escrever algo sobre esse tema tão interessante, tão antigo e tão atual.
Em primeiro lugar devemos entender que o Senhor Jesus sempre foi muito sábio e hábil em dar lições de uma forma altamente poética e que também por não poucas vezes o Senhor fez uso de parábolas e figuras de linguagem as vezes exageradas e extremamente fortes, impactantes e marcantes.
No capítulo 23 de Mateus percebemos o Senhor Jesus fazendo um sermão às multidões e aos Seus discípulos.
Em um determinado momento o Senhor Jesus começa a criticar fortemente os fariseus e dar-lhes advertências duríssimas. E é dentro dessas advertências que temos essa acusação extremamente e exageradamente forte do Senhor Jesus.
Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo! (Mateus 23:24)
Talvez, haja algumas pessoas que não entendam exatamente o que significa isso... "coar um mosquito e engolir um camelo".
Eu quero ajudar! Assim como fui ajudado!
Em Oseias 4:6 o Senhor diz que o "Meu povo foi destruído por falta de conhecimento."...
A nós não interessa que ninguém seja destruído!!! Não é verdade? Então, vamos aos fatos.

Antes de mais nada é preciso compreender que os fariseus eram extremamente obedientes as leis do Antigo Testamento.
E com toda certeza o problema não era o desejo de ser extremamente obedientes a Deus, mas, o problema estava em praticar uma obediência apenas para se mostrar aos outros como mais espirituais e por causa, desse extremismo, deixar para trás outros preceitos importantíssimos da lei de Deus, tais como a justiça, a misericórdia e a fé (Mateus 23:23).
O mosquito é um inseto impuro que constava nas leis de restrições alimentares do Antigo Testamento. "o menor animal impuro" – se é que podemos assim classificá-lo.
Mas todos os outros insetos que voam, que têm quatro pés serão para vós outros, abominação (Levítico 11:23).
Por esse motivo os fariseus tinham o hábito de coar suas bebidas para que não ingerissem um animal impuro, porque tinham medo de transgredir a lei do Senhor.
Já o maior animal impuro que constava nas leis de restrições alimentares era o camelo.
"Destes, porém, não comereis: dos que ruminam ou dos que têm unhas fendidas: o camelo, que rumina, mas não tem unhas fendidas; este vos será imundo…” (Levítico 11:23).
Bem... o camelo era um animal maiorzinho... mais fácil de se ver e ser percebido, bem grande e não tão fácil de ser engolido como um pequeno mosquito.
O Senhor Jesus usa, então, essa exagerada figura de linguagem para apresentar uma lição aos fariseus.
Coar um mosquito e engolir um camelo significa que os fariseus haviam perdido o senso de proporção, estavam preocupados demais com coisas insignificantes, pequenas como um mosquito, e não tinham a mesma preocupação com coisas grandes e imundas tal qual um camelo, que representavam pecados terríveis como a hipocrisia, a soberba, a desonestidade, a crueldade, a falta de misericórdia, o egoísmo e a mentira entre outras coisas.
O Senhor Jesus não estava ensinando que pequenos erros e pecados estavam liberados, mas sim, que não adiantava ter tanto rigor em algumas áreas da vida como (coar um mosquito) quando não existia nenhum rigor para outras áreas iguais ou maiormente importantes (engolir um camelo).
O que está em vista aqui é a hipocrisia, o farisaísmo egocêntrico.
Diante das pessoas eles faziam questão de mostrar que estavam coando as suas bebidas para não ingerir um mosquito, mas dentro de seus estômagos havia uma grande quantidade de “camelos".
Dessa forma, o Senhor Jesus acusa os fariseus de serem seletivos naquilo que “coavam”, ou seja, eles faziam apenas aquilo que queriam, com objetivos particulares, e não com desejo de agradar a Deus.
Deus exigia deles totalidade em sua obediência.
Mas, esses homens se consideravam donos da lei de Deus, chegando ao ponto de se acharem no lugar de Deus julgando e dando sentenças contra seus próximos, como se essa fosse nossa função, eles agiam como se tivessem autonomia para dizer o que devia ou não ser cumprido e ou obedecido. Hipócritas!!!
Pelas suas peneiras não se passavam pequenos mosquitos, mas estranhamente se passavam grandes quantidades de camelos. Suas peneiras eram falhas.
Essa é a advertência do Senhor Jesus,...e é,  para todos nós!
Todos nós temos que viver nossas vidas cuidando para não sermos comparados a esses homens maus e perversos, fariseus hipócritas.
Devemos sempre lembrar que as leis de Deus são para todos! Inclusive para você que julga e condena a outros, mas, a si mesmo não se preserva. Isso é farisaísmo hipócrita.
Sejamos sensatos e sábios coando os pequeninos mosquitos e também os grandes camelos! Principalmente de nosso próprio copo.
... naquela tarde foi apenas isso que eu quis dizer ao meu dito "amigo cristão".

 Um grande abraço, e que Deus nos abençoe.
https://beteljapones.org/
https://goo.gl/maps/S9c2BeF5TMB2


domingo, 19 de fevereiro de 2017

Epístola de Judas

  Epístola de Judas, esse é o nome dado à epístola do discípulo Judas (Judas, irmão de Tiago e Jesus Cristo) e não do apóstolo Judas, o penúltimo livro do Novo Testamento da Bíblia, escrita provavelmente no ano 65.
  Outras suposições, porém, induzem que a obra teria sido escrita por volta dos anos 66 e 67, logo após à morte de Pedro, em razão das fortes semelhanças com a segunda carta deste outro apóstolo.

  No entanto, uma terceira possibilidade seria que Judas e Pedro tivessem se utilizado de uma fonte comum, talvez de um panfleto muito utilizado na época para alertar à Igreja contra os falsos mestres.
  Quanto ao local onde a epístola teria sido escrita não existe até hoje uma correta identificação, ainda que existam suposições de que Judas teria enviado sua carta da Palestina ou do Egito.
  Os destinatários da epístola poderiam ser judeus convertidos ao cristianismo espalhados pela Ásia Menor, embora a epístola não dê informações exatas sobre a que público específico Judas teria se dirigido.
  O seu conteúdo apenas indica que os destinatários seriam pessoas conhecedoras do Antigo Testamento e das tradições judaicas, não havendo referências expressas aos gentios.

 ConteúdoO propósito principal dessa epístola é a advertência contra os mestres imorais e as heresias da época, que colocavam em risco a fé dos cristãos.
  Há quem diga que Judas estaria escrevendo contra os mestres ateus que afirmavam que aos cristãos seria permitido fazer tudo o quanto desejassem, sem temer o castigo divino.
  Assim, sua carta enfoca a apostasia, que seria a troca dos ensinamentos cristãos pelas falsas doutrinas.
  A epístola é bem pequena e tem apenas 25 versículos em um único capítulo.
  Tem inicio com uma curta introdução de dois versos, fala sobre o perigo da atuação de homens perversos que estavam tentando alterar o propósito da fé cristã, dá exemplos históricos sobre os falsos mestres descrevendo o caráter destes, destaca o viver em santidade como o objetivo dos convertidos e conclui com sua benção apostólica.
  Curiosamente, encontra-se nos versos 14 e 15 uma breve citação do livro apócrifo de 1 Enoque 60:8, 1:9, sobre uma profecia do julgamento dos homens maus.
               "Enoque, o sétimo depois de Adão" é uma citação de 1En.60:8.
               "Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos..." é uma citação de 1En.1:9.
  Outra interpretação é de que o Senhor Jesus Cristo contou aos seus servos sobre as profecias de Enoque, e Judas escreveu sua epístola baseada nas palavras do próprio Jesus a respeito do profeta Enoque.
  O Primeiro Livro de Enoque foi escrito a partir do terceiro século antes de Cristo.
 
  Um ponto na epístola que chama a atenção é o versículo 9 que fala sobre uma disputa entre o Arcanjo Miguel e o diabo pelo corpo de Moisés, incidente este que não está registrado em nenhuma outra parte das Escrituras, cuja narrativa é atribuída por alguns à citação de uma parte perdida de um livro antigo chamado de Assunção de Moisés, uma vez que o pentateuco nada diz a respeito desse fato que foi comentado pelo apóstolo.
  Outros consideram que Judas fala sobre a disputa entre o Arcanjo e o diabo pelo corpo do sumo sacerdote Josué (Zacarias 3:1-7), que foi talvez uma alegoria sobre a corrupção do sacerdócio, nos dias de Neemias:
               Judas 23 E salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne.
               Zacarias 3:2 não é este um tição tirado do fogo?
               E Josué 3, vestido de vestes sujas, estava diante do anjo.


Louvado seja o Nome do Senhor
Pastor Marcelo Shidue Barros.